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48- Falando do Tucunaré – {249} – I

18 de julho de 2017 – 13:46 | 17 views

44- FALANDO DE PESCA – 48- Peixes
44.48.40. S –FALANDO DO TUCUNARÉ ALEM DA SUA PESCA -I
Pode-se dizer que o Tucunaré é unanimidade entre os Pescadores amadores, (…)
Ataque ás artificiais é a maior (…)

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10- Falando de um Brasileiro -II- João Ribeiro de Barros {B-006}

24 de julho de 2017 – 19:07 | 5 views

59- ALEM DA PESCA – 10 – Cidadania

59.10.06.BHERÓI BRASILEIRO DESCONHECIDO DA MAIORIA

A historia brasileira nem sempre dá valor aos verdadeiros heróis, com João Ribeiro de Barros, jovem aviador que foi um dos pioneiros da travessia aérea do Atlântico Sul a bordo do hidroavião Jahú, neste caso, também se repetiu tal fato, (…)

Com seus companheiros, foi um dos pioneiros da travessia aérea do atlântico Sul no dia 28 de abril de 1927, a bordo do hidroavião Jahú. Os demais tripulantes foram  Artur Cunha (na primeira fase da travessia),depois João Negrão (copiloto), Newton Braga (navegador) e Vasco Cinquini (mecânico).

     Os quatros partiram de Genova na Itália até Santo amaro em São Paulo, com escalas  na Espanha, Gibraltar, Cabo Verde , e Fernando de Noronha , já no território brasileiro.

     Filho de Sebastião Ribeiro de Barros e Margarida Ribeiro de Barros. Tinha seis irmãos. Estudou no Ateneu Jauense (fundado por seu avô o  capitão José Ribeiro de Camargo Barros em 1853, fez  seus estudos secundários no Instituto de Ciencias e Letras de São Paulo. Abandonou a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1923.

      Em 21 de Fevereiro de 1923, consegue na Escola de Aviação de Campinas o brevê nº 88 da Liga Internacional dos Aviadores, da França, quando pôde iniciar seu sonho de ser piloto. Ocasião que tenta se associar a pilotos renomados para realizar um voo transatlântico , porem essas parcerias não se concretizaram.

Em 1926 consegue constituir uma tripulação e dá inicio ao projeto que o tornaria famoso; realizar um “reide” (como eram conhecidas na época as travessias aéreas transatlânticas) a partir da  Itália a bordo de um hidroavião e chegar ao Brasil sem utilizar navios de apoio ao longo da viagem.

João Ribeiro pensava que as aeronaves seriam inúteis enquanto dependessem de navios e tinha o desejo de que o  avião atuasse de forma totalmente independente.

A ideia inicial, que era partir do Brasil para a Europa acaba sendo revista e o voo efetivamente parte da Europa com destino ao Brasil, tendo pretensões, nunca efetivadas, de fazer na sequência o trajeto de volta.

Nesta época existia uma disputa não declarada entre vários países pela supremacia nos ares. França, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, entre outros empenhavam-se em voos transoceânicos. João Ribeiro de Barros não contou com ajuda financeira do governo brasileiro para a realização do reide, utilizando-se de sua herança para cobrir os custos do empreendimento.

Com recursos próprios, João Ribeiro de Barros adquiriu na Itália uma aeronave Savóia – Marchetti – S. 55 avariada e p com a ajuda de Vasco Cinquini  promoveu , diversas reformas na mesma, melhorando assim a sua velocidade e autonomia.

O aparelho, que saiu da fábrica com o nome original de Alcione, foi rebatizado por seu novo proprietário com o nome Jahú (de acordo com a  ortografia da época) nome dado em homenagem à sua cidade natal, atual Jaú , no interior de São Paulo.

Saiu de Gênova na Itália em 18 de Outubro de 1926, devendo passar, de forma programada, por Gibraltar, Las Palmas e Cabo Verde, seguindo posteriormente, em voo direto, até a costa brasileira. As ilhas de Cabo Verde já estavam consagradas como um excelente porto para viagens aéreas.

A sabotagem

Devido a falhas no funcionamento do motor, tendo que fazer bombeamento manual do combustível, amerissam em Dênia, na Espanha, onde devido ao mar agitado acabam avariando um dos botes. Seguem viagem e realizam nova amerissagem em Alicante, também na Espanha, onde realizam a reparação do bote antes de seguir viagem.

Nova amerrisagem é realizada em Gibraltar, sendo então constatada a causa do não funcionamento das bombas automáticas de combustível: ao checarem o

coletor do avião, Vasco Cinquini e Arthur Cunha detectam a presença de uma substância branca identificada como sabão.

          Dificuldades

      Em Las Palmas João Ribeiro  teve um desentendimento com o piloto Arthur Cunha e após a divulgação deste na imprensa, recebeu um telegrama de sua mãe, como segue:

      “ Aviador Barros: Aplaudimos tua atitude. Não Desmontes o aparelho. Providenciaremos a continuação do reide, custe o que custar.

      Paralização do reide será fracasso. Asas do avião representam a bandeira brasileira… Dizes se queres piloto auxiliar. Abraços a Braga e Cinquini. E benção de tua mãe”.

 Seguiu após alguns dias para Cabo Verde onde os desentendimentos com o piloto Arthur Cunha se intensificaram, fazendo com que este se desligasse da tripulação.

O hidroavião Jahú permaneceu nas ilhas de Cabo Verde por um longo período, sendo realizada a sua desmontagem e também uma série de reparos, contando inclusive com a presença de um carpinteiro especializado, vinculado à Fábrica Savoia Marchetti, que havia sido trazido até Cabo Verde por Newton Braga.

      Neste período, durante a etapa de conserto do hidroavião, João Ribeiro de Barros recebeu outro telegrama importante, enviado pelo governo brasileiro. O governo orientava que ele desistisse de sua tentativa de cruzar o Atlântico, devendo desmontar o aparelho.

      Alguns dias depois, seu irmão Osório Ribeiro de Barros viaja até Cabo Verde acompanhando o Tenente João Negrão, piloto da Força Publica de São Paulo, que substituiria Arthur Cunha na tripulação.

A travessia

Por fim, às 4h30 da manhã no dia 28 de Abril de 1927, partindo de Praia  na ilha de Santiago (Cabo Verde), cruzou o Atlântico com seus três companheiros a bordo do Jahú, chegando às 17h00, após 12horas e 2,4 mil km vencidos, na enseada norte de Fernando de Noronha.

O comandante Nisbet do navio italiano Angelo Tosi testemunhou a amerissagem do Jahú. Este comandante atestou que nos tanques da aeronave ainda restavam 250 litros de  cumbustivél

Nesse trajeto foi estabelecido um recorde de velocidade que se manteria por alguns anos.

Triunfo

Após essa etapa, foi pousando em diversas cidades litorâneas, ( Natal , Recife, Salvador , rio de Janeiro e São Paulo), onde foi recebido com grandes festas e honras.

Outras aventuras

Em 1929, João Ribeiro de Barros adquiriu uma aeronave Breguet que pretendia usar num voo do Brasil para a Europa, todavia, durante a fase de preparação, recebe a notícia da morte de sua mãe.

       Envia o aparelho desmontado para o Brasil, onde, no campo de pouso Latecoere, na Praia Grande, cidade de Santos, o mesmo é montado. Barros presta uma homenagem à sua mãe dando-lhe o nome “Margarida.

      Em 1930, João ribeiro estava no processo de fazer nova travessia, desta vez em percurso inverso , quando foi proibido de realiza-lo pelo governo de Getulio Vargas , que confiscou seu avião. Com tantas decepções, João decidiu viajar pelo mundo e só voltou ao Brasil em 1932, para apoiar a Revolução Constitucionalista, para a qual doou todas as honrarias em ouro que havia recebido pela travessia do Atlântico.

      Em 1936, candidatou-se a em São Paulo e foi eleito a Vereador pela Ação Integralista Brasileira. O aviador tomou posse em 09 de Julho, mas no dia 25, sem dar justificativas renunciou ao cargo.

          Honrarias

      Graças à sua participação na Travessia, João Ribeiro de Barros conquistou títulos, prêmios e recebeu várias homenagens, entre as quais se destacam:

     . Legião de Honra  concedida pela França.

.Cruz Gamada a mais elevada condecoração dada a um civil à época pela Alemanha.

. Comenda da Cruz de Malta concedida pela Itália.

.Sócio Honorário do  Aeroclube do Brasil.

.Torféu “ Harmon” Maior honraria concedida pela Ligue Internacionale des Aviateurs da Fraça

.Um telegrama de congratulações enviado por Alberto Santos Dumont 

 Depois de tantos percalços, João Ribeiro, passou a viver com a família em Jahú até seus 47 anos , quando morreu , sem ter se casado nem ter tido filhos.

Fonte

. Apartes – Revista da Camará Municipal de S. Paulo

.S. São Paulo em Foco

.Falando de Pesca – Edit.-Jul./17

Pra pensar“ Só Existem dois dias no ano que nada pode ser feito. – Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” – Dalai Lama

B-006

 

48 – Falando do Tucunaré {250} II

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48.48.20. S – FALANDO DO TUCUNARÉ ALEM DA SUA PESCA- II
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48.47.38.S- CONHECENDO A CORVINA DE ÁGUA DOCE
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