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6 de novembro de 2019 – 18:15 | 302 views

48-Peixes – 44 – Falando de Pesca

48-66-S- CONHECENDO A PIRARARA
A Pirarara é um peixe que tem sua ocorrência nas bacias dos rios Araguaia – Tocantins e Amazônas, (…)

      Reino – Animalia  ; Filo - Chordata ;  Classe - (…)

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47- Falando de Traíra {322}

Enviado por on 24 de outubro de 2014 – 10:21Nenhum Comentário | 610 views

48.00 – PEIXES –47- Pesca

48.47.13. S- PESCANDO TRAÍRA

 Devido às características carnívoras e à sua predileção pelas sombras e escuridão, foi lhe dado este nome em particular  de (…)

A traíra hoplias malabaricus da família dos caracídeos, pertence a um grupo de caracídeos desprovidos de nadadeira adiposa, principal característica da família.

É um dos peixes mais populares do Brasil, presente em quase todos os açudes, lagos, lagoas e rios. Nas regiões que oferecem boa alimentação é comum que atinjam 70 cm de comprimento e alguns exemplares excedem 2 kg de peso. 

Sua pesca é feita de anzol, com isca de peixe ou carnes; as traíras de mais de 1,3 Kg só costumam atacar iscas em movimento, como as artificiais. 

     Deve-se ter cuidado ao manipulá-la, pois costumam dar mordidas muito dolorosas e que sangra abundante.

     É indesejável em piscicultura, pois se alimentam vorazmente de alevinos e peixes jovens de outras espécies. Tem acentuada aceitação por sombras e escuridão É um peixe territorialista e canibal; protege suas crias até que se espalhem em meio à vegetação marginal. 

     É um peixe voraz briguento, completamente territorial e muito esportivo. Possui dentes afiadíssimos e todo o cuidado é pouco no seu manuseio, pois alem de tudo ela é lisa e escorregadia. 

A traíra está ativa quando a água está quente, com temperatura acima de 18 graus.

Ela habita locais de água parada e com vegetação aquática abundante. 

Pedaços de madeira, troncos caídos, latas, são ótimos esconderijos para a nossa traíra. Nos meses frios se enterram no fundo para suportarem a baixa temperatura da água. 

A pesca com iscas artificiais é uma ótima opção para quem deseja capturá-las. Quanto às iscas naturais, pequenos peixes, rãs e minhocas são parte de seu cardápio predileto. 

Tanto na pesca com iscas artificiais, ou então quando com as tradicionais varas de bambu, um líder grosso ou um empate de aço são recomendáveis, pois seus dentes muito afiados. 

Se o Pescador estiver com anzol simples, este deve ser de perna comprida, pois é uma segurança a mais. 

Sabendo Mais  

.A traíra pode atingir 70 cm de comprimento e chegar a 4 Kg, porem nem nesses casos deve ser confundida com o Trairão (Hoplias lacerdae) da Amazônia que pode chegar a um comprimento de 1 metro e peso de 18 Kg. 

.Muitos cuidados devem ser tomados para o manuseio da traíra viva, use sempre alicate de contenção, pois como já dito, é um peixe muito liso e surpreendentemente forte, que salta da mão com facilidade.

Além disso, a traíra costuma morder, mesmo depois de horas fora da água, principalmente, se o dia estiver úmido e fresco. 

Se isso acontecer, abra a boca do peixe com um alicate, ou com uma fera menta qualquer.

     .No interior do Brasil, a traíra é pescada com a tradicional linha de mão ou com uma vara grande. Exige habilidade e um bom puxão na fisgada, já que sua boca é bastante dura para o anzol. 

     .Pode ser utilizado um forte anzol de 5 a 7 cm de comprimento, e de 2 a 3 cm de abertura, sempre acompanhado de um empate metálico, pois ela facilmente corta a linha. 

.A isca para os grandes exemplares deve ser grande também. O maximo que caiba na boca do peixe, pois assim, desestimula a investida dos pequenos. Normalmente as traíras não abocanham aquilo que não passam na sua boca. 

.O anzol deve ficar semi submerso, ou pouco submerso, mas não repousado no fundo. Para ta, pode-se usar uma boia , quando com isca natural , ou usar isca artificial, normalmente. 

.Os arremessos devem percorrer margens, vegetais, troncos submersos, ou mesmo ficarem na espera, quando com iscas naturais. 

.A traíra tem médio olfato, excelente audição, e uma especial visão, inclusive noturna. É uma caçadora visual e auditiva por excelência. 

.Arremessos freqüentes em um mesmo lugar podem atrair a traíra, mas sons incomuns para o local como vozes, e pisoteio nas proximidades, poderão espantá-las. 

.Traíras condicionam-se muito bem aos tratamentos alimentares freqüentes em uma ceva, mas não se apresentam em cardumes, por serem predadores e estarem no topo da cadeia alimentar dos ambientes de pequenos peixes. 

.Distribuição Geográfica: Bacia Amazônica, Araguaia- Tocantins, São Francisco, Prata, Sul e Nordeste do Brasil. 

Fonte 

.R.Fishing News – Ed. 6 –Washington Takashi 

.Falando de Pesca – (11) Reedit. Set./14

♣ O que você tem feito pelo planeta Terra??

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