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48-Peixes – 44 – Falando de Pesca

48-66-S- CONHECENDO A PIRARARA
A Pirarara é um peixe que tem sua ocorrência nas bacias dos rios Araguaia – Tocantins e Amazônas, (…)

      Reino – Animalia  ; Filo - Chordata ;  Classe - (…)

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48-Falando do Bijupirá o “Salmão“ Brasileiro {252}

Enviado por on 27 de outubro de 2017 – 19:56Nenhum Comentário | 675 views

48 – Peixes – 47 – Pesca

48.47.40.SBIJUPIRÁ O PEIXE QUE LEMBRA O TUBARÃO

Espécie de superfície e meia água; vive em áreas costeiras e no alto mar. Pode ser encontrada ocasionalmente em águas rasas com fundo rochoso ou de recife, (…)

 Nome Popular: Bijupirá / Cobia

Nome Científico: Rachycentron canadum

Família: Rachycentridae                                     

Distribuição Geográfica

Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul). Mais comum no Nordeste.

       Ecologia

      Espécie de superfície e meia água; vive em áreas costeiras e no alto mar. Pode ser encontrada ocasionalmente em águas rasas com fundo rochoso ou de recife, assim como em estuários e baías.

      São pelágicos e normalmente também solitários exceto por agregações para desova anual, porém eles irão reunir-se em recifes, naufrágios, portos, bóias e outros elementos estruturais.

      Podem também entrar estuários e manguezais em busca de presas. Eles são encontrados em áreas do oceano Atlântico e do pacifico onde a temperatura média da água é de 24°C ou superior.

No Brasil ocorre nas Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul) sendo mais comum no Nordeste.

Normalmente é encontrada sozinha ou aos pares, mas pode formar cardumes pequenos. Alimenta-se de peixes, crustáceos e lulas.

A sua carne é relativamente saborosa e tem muitos apreciadores, mas não é muito comum nos mercados. É um peixe muito lutador e, portanto, muito apreciado pelos Pescadores esportivos.
Pode ser pescado na beira da praia, em mar aberto e próximo a ilhas e recifes.

Descrição

O Bijupirá apresenta corpo fusiforme, subcilíndrico, deprimido na região da cabeça. Boca prognata com abertura superior. Os primeiros oito raios duros da nadadeira dorsal são curtos e isolados.

A parte ramosa da nadadeira dorsal, (raios moles) estende-se desde a porção mediana do corpo até o pedúnculo caudal, quase na inserção da nadadeira caudal, que tem, quase na inserção da nadadeira caudal, que tem formato lunado. As nadadeiras peitorais são implantadas lateralmente no corpo e apresentam pás alongadas.

A coloração geral é marrom escura, interrompida pela presença de duas faixas longitudinais mais claras que vão da cabeça até a cauda na posição látero-superior do corpo, o ventre é amarelado. Pode atingir mais de 1,8 metros de comprimento total e 80 quilos de peso.

      Quando nada lembra muito o deslocamento de tubarões, com os quais é facilmente confundido. A família tem parentesco próximo ao das rêmoras e o Bijupirá (quando jovem) pode ser confundido também com esses peixes, ainda pelo fato de nadar perto de grandes animais como arraias jamanta.

      Hábitos Alimentares

     O beijupirá alimenta-se de peixes, crustáceos e lulas. Normalmente segue animais maiores, como tubarões, tartarugas e raias manta na esperança de conseguir os restos de uma refeição.

É um peixe intensamente curioso e não tem medo dos barcos. Os seus predadores não estão bem conhecidos, mas o dourado (Coryphaena hippurus) alimenta-se de beijupirás imaturos. Tubarões makos alimentam-se dos adultos de beijupirá.

Equipamentos

O equipamento é do tipo médio/pesado; linhas de 20 a 80 libras e anzóis até n° 7/0.

Iscas

As iscas naturais, sardinhas, xereletes, corcorocas e caranguejos, devem ser colocadas bem na frente do peixe. As iscas artificiais podem ser plugs de superfície e meia água.

Dicas

.Pode ser capturado na superfície, a meia água e no fundo.

.Gosta de detritos boiando.

.Aproxima-se mais da costa no verão.

.Em águas distantes, é pescado o ano inteiro.

.O ideal é pescar embarcado e esperar que o peixe se canse antes de embarcá-lo.

          Criação em Cativeiro

     Nova Tecnologia pode contribuir para a popularização do consumo do Bjupirái

     O volume de Bijupirá pescado no Brasil é pequeno, porque os peixes dessa espécie não formam cardumes e, assim, dificilmente caem nas redes de pesca em grande quantidade. O pesquisador Daniel Argentim explica que “praticamente todo Bijupirá que entra no mercado para ser consumido é oriundo de cativeiro”.

A produção em cativeiro é uma alternativa importante para o aumento sustentável da produção de peixes, porque evita a pesca predatória – quando retiramos do oceano mais do que eles são capazes de repor – e aumenta a lucratividade dos produtores.

É exatamente esse o interesse de pesquisa de Argentim: desenvolver técnicas que tornem a produção em cativeiro mais rentável e prática. “Nosso objetivo é testar uma possibilidade para reduzir desperdícios, além de avaliar diferentes manejos que, sem automação, seriam economicamente inviáveis ou mesmo impossíveis de serem feitos”, afirma.

      A tese de Argentim, defendida na Universidade Estadual Paulista (UNESP) no começo de 2016, apresenta um sistema de alimentação automático para peixes, capaz de coletar informações da água e contribuir para a melhoria do desenvolvimento dos Bijupirás. “A tese teve como foco o manejo alimentar, que envolve não só uma ração de qualidade, mas também a forma como o alimento é ofertado para o peixe”, explica o pesquisador.

      Segundo Daniel, vários fatores estão envolvidos e podem influenciar no desempenho do peixe, entre eles a temperatura da água.

A partir da coleta dessas informações, o aparelho criado por Argentim é capaz de estimar o ganho de peso diário dos peixes, a conversão alimentar, a taxa de alimentação, o número de peixes na água, o peso médio dos peixes e a quantidade de ração ofertada pelo dispensador automático de ração.

Além disso, o aparelho é capaz de informar quanto de alimento deve ser ofertado em determinado momento, facilitando o trabalho do tratador e melhorando o desenvolvimento dos animais.

Manejo Automático e Produtividade

As pesquisas realizadas pelo grupo de Argentim têm apresentado resultados interessantes quanto aos efeitos do manejo alimentar automatizado sobre o desempenho, a fisiologia e a saúde dos peixes.

O pesquisador defende que a tecnologia passa a oferecer ao produtor uma nova opção de tecnologia, que pode gerar melhor desempenho dos peixes e também maior lucro. “Essa nova tecnologia, no entanto, exige do produtor um conhecimento técnico para decidir qual manejo alimentar será adotado”, ressalta.

Se a decisão for adequada, o produtor certamente terá uma redução no desperdício de ração, além de um crescimento mais rápido do peixe e, consequentemente, um maior lucro.

O manejo alimentar automatizado não altera as características do Bijupirá. Sua carne continua com as mesmas características elásticas e de sabor suave. Mas o emprego dessa tecnologia poderia ajudar a alavancar a produção de peixe e aumentar a quantidade de disponível ao consumidor com um preço mais acessível, o que poderia tornar a piscicultura uma atividade tão importante para o Brasil, como são a bovinocultura.

FONTE

.S. Pesca na Praia

.S. Fapesp

.S.Pescatur

.Wikipédia

.Falando de Pesca- Edit. Out./17

 O que você tem feito pelo planeta Terra??

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