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44.48.70-S – PORQUE SERÁ QUE O PESCADOR BUSCA A BICUDA  ?
Seria pelos seus saltos acrobáticos ou pela boca pontuda ou pela grande dificuldade que a bicuda oferece ao Pescador,…

.Nome (…)

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09- Falando de Nascentes de Água – {393}

Enviado por on 31 de outubro de 2021 – 20:16Nenhum Comentário | 94 views
59- ALEM DA PESCA – 09- Meio Ambiente

 

59.09.70 –PAPEL AMBIENTAL DAS  NASCENTES

 

Nascentes são manifestações superficiais de lençóis subterrâneos, que dão origem a cursos d’água, (…)

Poderíamos dizer também que nascente é onde o rio nasce. A nascente também é chama de cabeceira, olho d´água ou minas de água e está presente em todos os percursos de água e não somente nos rios, assim como independe também do tamanho dos cursos de água.

Toda nascente representa um ponto por onde parte da água do lençol alcança a superfície do solo. É como se fosse uma torneira do lençol, sempre aberta. Partindo-se, portanto, do fato de que cada curso d’água tem a sua nascente, chega-se à conclusão de que o número de cursos d’água de uma dada bacia é igual ao seu número de nascentes.

Geralmente as nascentes são pontos de descarga de aquíferos e a maioria dos rios nasce a partir de     aquíferos.

Aquifero Guarani

É comum a água brotar a partir do subsolo do nosso planeta, já que sabemos que nessa zona existe uma grande quantidade de água. Quando essa formação geológica armazena muita água subterrânea a mesma procura espaço para vazar e chegar ao solo externo. Isso acontece muito comumente com rochas porosas e permeáveis, pois as mesmas retém água e cedem as mesmas facilmente.

Acumulando-se em grande quantidade, essas rochas passam a abastecer rios ou dar origem aos mesmos. Se observados, com atenção, em vários rios do mundo, a maioria nasce a partir de aquífero.

Geralmente, os aquíferos ficam localizados em locais suspensos geograficamente ou em locais propensos a gerar uma certa correnteza, mesmo que de leve. A partir da água gerada por aquíferos, a água passa a correr e dar início ao percurso de um rio.

Afloramento de Aquifero

Uma nascente nada mais é do que a água da chuva ou do derretimento de geleiras, que se acumula em uma camada menos permeável.

“É o ponto em que a água infiltrada no subsolo se reúne e emerge”, comenta Vandete Inês Maldaner, superintendente do Instituto Brasília Ambiental. Isso significa que não existe uma produção do líquido propriamente dita: a água não nasce “do nada”, em uma nascente.

De acordo com Maldaner, a chuva é absorvida pelo solo, por rochas permeáveis, e vai se dirigindo para um ponto mais baixo naquela região. Esse local pode estar bem perto ou a centenas de quilômetros de distância. “O lençol subterrâneo nada mais é do que uma camada permeável, que acumula água, por cima de uma impermeável”, explica Vandete.

Nascente

Origem e Formação das Nascentes

A preocupação em explicar a origem e formação das nascentes vem desde a antiguidade.

Os filósofos gregos, como Homero, Tales e Platão se envolveram na discussão, mas acreditavam que as nascentes eram formadas e abastecidas por canais subterrâneos que se desenvolviam por baixo das montanhas, levando água do mar e que, depois de purificadas e elevadas às superfícies, originavam as nascentes.

Somente mais tarde foi que Vitrúvio, arquiteto romano, formulou a teoria aceita até hoje.

Uma nascente nada mais é do que a água da chuva ou do derretimento de geleiras, que se acumula em uma camada menos permeável.

Uma vez acumulada, essa água pode emergir basicamente de duas formas; formando lagoas ou jorrando.

Na primeira, não existe um ponto específico por onde o líquido emerge, mas uma região de nascente. Quando ela jorra ou borbulha, isso pode ser causado pela diferença de pressão, erosão ou movimento das placas tectônicas.

As águas de fontes quentes têm essa temperatura devido à região geológica. Em algum ponto no subterrâneo, há um contato maior com essa camada do subsolo mais aquecida, comenta a especialista.

TIPOS – Nascentes de Contato e de Depressão 

Nascentes de contato, como normalmente surgem no sopé de morros, são conhecidas como nascentes de encosta.

As nascentes provenientes de lençóis artesianos podem ser de contato, ocorrendo normalmente em regiões montanhosas, com fortes declives entre áreas próximas, o que facilita o afloramento das camadas impermeáveis, responsáveis pelo confinamento dos lençóis.

Podem, ainda, ser provenientes de falhas geológicas que sejam capazes de provocar a ligação de lençóis confinados com a superfície, ou por canais e galerias formadas em rochas cáusticas (rochas carbonatadas) e que podem ser alimentados pela água de chuva, através de dolinas.

As nascentes de depressão podem se manifestar em pontos de borbulhamento bem definidos, chamados olhos d’água ou, então, por pequenos vazamentos superficiais, espalhada por uma área que se apresenta encharcada (brejo) e vai acumulando água em poças até dar início a fluxos contínuos, sendo conhecidas como nascentes difusas.

Como Preservar as Nascentes

Para proteger de maneira eficaz uma nascente de água, é preciso criar uma área de preservação permanente em um raio mínimo de 50 metros ao seu redor. Isso significa fazer controle da vegetação local, impedir desmatamentos e poluições.

Para que as nascentes continuem vivas, é necessário cuidar de seu entorno, considerado legalmente como uma Área de Preservação Permanente (APP).

As nascentes têm importante papel ambiental: além de fornecerem água para os córregos e rios que abastecem toda a cidade, elas também são fonte de vida para outros organismos. Para que as nascentes continuem vivas, é necessário cuidar de seu entorno.

Como Nascem Os Rios 

As APPs garantem a integridade das nascentes, tendo a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, à estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, além de proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.

Os entornos das nascentes geralmente são áreas úmidas, que, como tal, apresentam solos característicos (hidromórficos) e plantas adaptadas a inundações periódicas e que desempenham diversas funções ecológicas ligadas ao bem-estar humano.

Os rios são muito importantes para a natureza e peças indispensáveis para a vida de alguns animais, não apenas os aquáticos, mas o que também precisam dos rios para sua alimentação.

Os geógrafos, profissionais que estudam assuntos do tipo, sempre estão pesquisando sobre formação de rios e sempre aparecem com ótimas novidades o que ajuda bastante no cuidado e preservação da nossa natureza.

Sabemos que os rios, lagos e mares tem áreas específicas que o formam porém tudo começa na nascente do rio, e muitas ainda são desconhecidas ou erroneamente nomeadas como tal. Saber onde nasce e como nasce os rios é importante, principalmente em casos de poluição.

Os rios são consequência de pequenos riachos que se formam devido à junção desses filetes. Na hidrografia, o percurso de águas sempre gera um composto maior. Então os filetes de águas acumulando-se geram os riachos, vários riachos acumulando-se, geram os rios, que por consequência, acumulando-se as águas desses últimos, nascem os lagos.

Um caso Real

Brejo da Brasida

“No meio de uma região quente e seca em pleno sertão nordestino, surge uma espécie de oásis. A água cristalina que está brotando na Caatinga não é uma miragem, mas sim o resultado do reflorestamento realizado em uma das nascentes do Rio São Francisco na comunidade rural de Brejo da Brásida, no município baiano de Sento Sé.

Uma equipe formada por moradores da região cuida de 26 nascentes. Tudo começa com a retirada das pedras, da areia e da terra que fizeram a nascente secar. Depois, mudas de árvores da Caatinga são plantadas e o local é cercado para evitar que animais comam a vegetação. Com o terreno preparado, a água que está no subsolo começa a brotar na superfície. “

Publicado em 13/10/2021 – 08:00 Por Maurício de Almeida – Repórter da TV Brasil – Rio de Janeiro

Fonte

. Aretha Yarak – uol

.Cursos a Distância CPT – Silvana Teixeira

.www.cpt.com.br-Prof. Oswaldo Ferreira Valente

.S. Agua para o futuro

.Falando de PescaEdit. Out./21

Pra pensar – “ Só Existem dois dias no ano que nada pode ser feito. – Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” – Dalai Lama

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